Arquivo do mês: agosto 2010

Luz vermelha

O medo de amar. O novo bicho-papão moderno. O feminino e masculino estão tão fragmentados que o amor não tem espaço para acontecer. Está suprimido em vidas atribuladas. Traumas não conversados. Amores não vividos. Declarar amor a alguém requer muito … Continuar lendo

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Matadoras de aluguel

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Mimo cor-de-rosa

Passei a infância querendo um irmãozinho. Ou irmãzinha. Pedia. Sem cerimônia. Pro pai, pra mãe, pro Papai Noel, pro coelho da Páscoa, pra fadinha do dente. Meus pedidos não foram atendidos. Inconformada, e com a voz chorosa, perguntei por que … Continuar lendo

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Curva de rio

Foto: Dmitriy Dubovtsev Por muito tempo me intitulei curva de rio. Tudo de ruim enroscava ali. Garrafa pet, coco, galho de árvore, sofá. Pessoas que não conseguiam continuar o rumo e se encostavam em mim. Não seguiam o curso natural … Continuar lendo

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Marcha ré

Sempre colocarei deslicadezas ao escrever.

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Veneno gasoso

Gostaria de ter a displicência masculina. Na minha inocência- neurótica- feminina o abrir e estalar de uma latinha de coca vermelha é um ato de glória. Não é light, nao é diet e não é zero. É a vermelha. Coisa … Continuar lendo

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Pro dia sorrir

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